Não temos uma certificação formal (SOC 2, ISO 27001) hoje — nosso time ainda é pequeno demais pra isso fazer sentido. O que temos é uma arquitetura desenhada desde o início pra minimizar o que sai do seu ambiente, e vamos detalhar exatamente como ela funciona.
O agente lê só o que o banco já sabe sobre a própria saúde e envia números. É isto que o seu time de segurança precisa saber para aprovar:
VIEW SERVER STATE no SQL Server e o papel pg_monitor no PostgreSQL. Nunca sysadmin, nunca superuser.api.codedb.com.br e, para atualizações, codedbstorage.blob.core.windows.net.Sai do servidor
Não sai
Senhas são armazenadas com hash bcrypt (nunca em texto puro). Sessões usam JWT de curta duração com rotação de refresh token. Oferecemos autenticação multifator (TOTP, com códigos de recuperação de uso único guardados apenas como hash) e login via SSO (Microsoft Entra ID e Google) para quem prefere centralizar acesso pela identidade corporativa. O 2FA é obrigatório para administradores da plataforma e para owners/admins de contas MSP. Senhas passam por política de complexidade e checagem contra vazamentos conhecidos (sem enviar a senha), e tentativas repetidas de login bloqueiam a conta temporariamente. Trocas de senha, e-mail e 2FA geram e-mail de aviso e encerram as demais sessões.
O banco de dados usa Row Level Security (RLS) do PostgreSQL — cada consulta só enxerga as linhas do tenant autenticado, aplicado por uma role de banco dedicada sem permissão de bypass. Não é uma checagem só na aplicação: é uma barreira no próprio banco.
Eventos sensíveis (login, alteração de senha e e-mail, ativação de MFA, convite e remoção de membros) ficam registrados num log de auditoria interno, com IP e horário.
Você pode exportar todos os seus dados ou solicitar a exclusão da sua conta a qualquer momento, direto na plataforma — sem precisar abrir chamado. Detalhes completos na nossa Política de Privacidade.
Encontrou um problema de segurança? Escreva para contato@codedb.com.br — respondemos o mais rápido possível.